FELICIDADE FAKE: o impacto das redes sociais digitais na saúde mental

Autores

  • Joel de Sá Rosa
  • Josilaine Oliveira de Souza
  • Peterson Gonçalves Teixeira
  • Mabel Lopes Azevedo
  • Crisóstomo Lima do nascimento

DOI:

https://doi.org/10.6020/1679-9844/v21a06

Palavras-chave:

Felicidade, Psicoterapia, Rede social, Saúde Mental.

Resumo

De acordo com dados da pesquisa de Tecnologias de Informação e Comunicação - Cetic.br
(2022), divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), há nos centros urbanos 149 milhões
de usuários de internet no Brasil, dos quais impressionantes 62% (cerca de 92 milhões) acessam
a internet exclusivamente por meio de dispositivos móveis, como smartphones. Esse artigo tem como
objetivo analisar e discutir o impacto das redes sociais digitais na saúde mental das pessoas, auxiliando
na análise da crescente prevalência de problemas como ansiedade e depressão, especialmente entre
jovens. O processo metodológico parte do referencial do método fenomenológico de Gil (2008) e Bicudo
e Espósito (1994) onde o objeto do conhecimento não é o sujeito nem o mundo, mas o mundo enquanto
é vivido pelo sujeito, pois a pesquisa fenomenológica parte do cotidiano, da compreensão do modo de
viver das pessoas. Para isso, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, utilizando livros, sites
de revistas científicas e as bases de dados Scielo, Scopus e Google Scholar. Estudos indicam que
o uso desmedido das mídias sociais pode acarretar consequências negativas para a saúde mental
dos indivíduos, especialmente em grupos populacionais mais vulneráveis como adolescentes e jovens.
Entre os efeitos nocivos mais comumente observados, destacam-se o estresse, o isolamento social, a
depressão e o agravamento de transtornos de ansiedade. É importante ressaltar que a relação entre
o uso das redes sociais e a saúde mental é complexa, e nem todos os indivíduos que as utilizam com
frequência apresentarão esses efeitos negativos. No entanto, os riscos mencionados acima evidenciam
a necessidade de um uso consciente e equilibrado dessas plataformas, especialmente para os grupos
populacionais mais suscetíveis.

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Publicado

2026-03-21

Como Citar

de Sá Rosa, J., Oliveira de Souza, J., Gonçalves Teixeira, P., Lopes Azevedo, M., & Lima do nascimento, C. (2026). FELICIDADE FAKE: o impacto das redes sociais digitais na saúde mental. InterSciencePlace, 21, 11. https://doi.org/10.6020/1679-9844/v21a06

Edição

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